Escrevi meu primeiro artigo para uma revista de informática. Isso não poderia passar em branco de jeito nenhum!!
Trata-se da revista Meio Byte, uma revista digital luso-brasileira, especializada em assuntos ligados à área de Tecnologia da Informação. A revista toda é muito interessante, vale a pena conferir. Meu artigo saiu na página 9 da revista número 17. O link é http://www.meiobyte.net/v2/revistas.php.
Enjoy it!
Bjs
Andy
InfoDicas Andy
segunda-feira, 30 de abril de 2012
domingo, 29 de abril de 2012
Compartilhando arquivos
Hello!
No seu micro, abra um navegador e digite a URL acima (no nosso exemplo: http://192.168.1.153:8080). Aparecerá uma tela, solicitando escolher o arquivo pdf. Clique em Escolher arquivo, direcione para a pasta e arquivo desejado, OK, clique em Submit.
Hoje vou descrever duas formas de compartilhar arquivos. Dedico este post ao meu irmão, que esses dias teve problemas para baixar e abrir um arquivo relativamente grande no iPad. Ele como eu está quebrando a cabeça aqui e ali para desvendar os mistérios do bichinho... :-)
Para arquivos no formato pdf existe um programa chamado PDF Reader Lite, muito interessante - colaboração do meu querido Marcelo Haddad <3 . Você pode encontrá-lo na Apple Store, procurando por "PDF Reader Lite - iPad Edition". É gratuito. Vamos supor que você tenha um arquivo pdf no seu computador ou notebook, e que queira abri-lo no seu iPad. Se todos estiverem na mesma rede sem fio isso será fácil (verifique se o seu iPad não está com a conexão 3G habilitada, ele precisa estar na sua rede wifi). Abra o PDF Reader Lite no seu tablet, vá em PDF Documents, Private e clique no primeiro ícone da barra inferior (em formato de seta vermelha). Aparecerá um menu Private. Clique na opção WiFi Sharing. Neste passo irá aparecer uma URL com o IP do seu tablet na porta 8080, que deve ser aberto no micro que contém o arquivo a compartilhar.
No seu micro, abra um navegador e digite a URL acima (no nosso exemplo: http://192.168.1.153:8080). Aparecerá uma tela, solicitando escolher o arquivo pdf. Clique em Escolher arquivo, direcione para a pasta e arquivo desejado, OK, clique em Submit.
Volte para o tablet, clique em PDF Documents. Se a transferência foi feita com sucesso, lá estará o arquivo. É só abrir.
Outro aplicativo bacana é o DropBox. Trata-se de um aplicativo que compartilha uma pasta de um micro, de forma que você possa abrir os arquivos nela contidos de qualquer computador, notebook, tablet ou celular. É diferente do iCloud da Apple, que também compartilha arquivos, mas somente para iPads, iPods e iPhones. Para o DropBox, você primeiramente elege um micro a ser o "servidor" dos arquivos, acessa o site http://www.dropbox.com, faz o download e a instalação do aplicativo. Você deverá criar uma conta no DropBox, preenchendo com e-mail e senha. Ele criará uma pasta pública no seu micro, com o nome DropBox. Todos os arquivos que você copiar nesta pasta poderão ser acessados de qualquer dispositivo com acesso à internet. Para abrir em outro dispositivo, você deverá acessar o site http://www.dropbox.com , entrar com sua conta e senha e lá estarão os arquivos.
A versão free do DropBox disponibiliza 2GB, mas você poderá aderir a versão paga, que possui pacotes mensais e anuais para 50GB, 100GB e 1TB. Se você quiser fazer o upload de um arquivo para sua conta também poderá fazê-lo, mesmo não estando no micro servidor. Neste caso, quando o micro for ligado haverá um sincronização e o arquivo será copiado para a pasta compartilhada também. Se você tiver um iPad, existe a opção de baixar o aplicativo gratuito. Acesse o site http://www.dropbox.com/ipad e faça o download. Super prático!!
Beijos,
Andy
sexta-feira, 13 de abril de 2012
JailBreak
Hoje aprendi esse termo e resolvi postar: JailBreak.
Na verdade ainda estou engatinhando no que diz respeito a iPad, iOS, Apple... mas eu chego lá. Mesmo ainda sendo uma "usuária easy", é fato notar uma pequena e considerável desvantagem: tudo na Apple é proprietário. O sistema operacional é fechado, a compatibilidade em relação a extensões de arquivos conhecidos é restrita, os aplicativos somente podem ser baixados da Apple Store... o iPad não tem sequer uma portinha USB - o que custava? :´-(
Em relação a este "problema" existem correntes que defendem a liberdade de expressão, diga não ao bloqueio, vamos invadir, bla bla bla... São os adeptos ao JailBreak. Na íntegra o termo significa "quebrar a prisão". Em se tratando de informática todos sabemos: não existe sistema 100% seguro e "impenetrável". Pois é. O iOS não poderia ficar de fora dessa. O JailBreak já é bem antigo. Ele desbloqueia os aparelhos iPod, iPhone, iPad, permitindo que se possa personalizá-lo, mudar papel de parede, instalar aplicativos diversos (e não somente os baixados pela Apple Store), etc. Pense bem: não é exatamente isto que todos fazemos quando instalamos o Windows novinho em nossos computadores? Por que com aparelhos da Apple isso tem que ser diferente? Note bem, não sou adepta a esses recursos, meu objetivo é apenas divulgar que ele existe. Cada um deverá fazer o que quiser com esta informação, por sua conta e risco, que fique bem claro!! Inclusive a Apple Inc. não recomenda seu uso - óbvio. Minha opinião a respeito é a seguinte: no mundo globalizado em que vivemos hoje, isto é um contrassenso (é assim mesmo que se escreve, apesar de estranho...). O objetivo, além, claro, dos $_comerciais_$, é tentar manter o aparelho e o sistema operacional intactos, livre de aplicativos maldosos ou malfeitos, permitindo que só se instale aqueles que foram previamente aprovados pela Apple e por isto mesmo estão disponíveis na Apple Store. Bem, tudo é uma questão de escolha... :-/ Eu ganhei o iPad, e estou gostando muito, mas se fosse opção comprá-lo, com certeza hesitaria.
Bjs a todos.
Andy
Na verdade ainda estou engatinhando no que diz respeito a iPad, iOS, Apple... mas eu chego lá. Mesmo ainda sendo uma "usuária easy", é fato notar uma pequena e considerável desvantagem: tudo na Apple é proprietário. O sistema operacional é fechado, a compatibilidade em relação a extensões de arquivos conhecidos é restrita, os aplicativos somente podem ser baixados da Apple Store... o iPad não tem sequer uma portinha USB - o que custava? :´-(
Em relação a este "problema" existem correntes que defendem a liberdade de expressão, diga não ao bloqueio, vamos invadir, bla bla bla... São os adeptos ao JailBreak. Na íntegra o termo significa "quebrar a prisão". Em se tratando de informática todos sabemos: não existe sistema 100% seguro e "impenetrável". Pois é. O iOS não poderia ficar de fora dessa. O JailBreak já é bem antigo. Ele desbloqueia os aparelhos iPod, iPhone, iPad, permitindo que se possa personalizá-lo, mudar papel de parede, instalar aplicativos diversos (e não somente os baixados pela Apple Store), etc. Pense bem: não é exatamente isto que todos fazemos quando instalamos o Windows novinho em nossos computadores? Por que com aparelhos da Apple isso tem que ser diferente? Note bem, não sou adepta a esses recursos, meu objetivo é apenas divulgar que ele existe. Cada um deverá fazer o que quiser com esta informação, por sua conta e risco, que fique bem claro!! Inclusive a Apple Inc. não recomenda seu uso - óbvio. Minha opinião a respeito é a seguinte: no mundo globalizado em que vivemos hoje, isto é um contrassenso (é assim mesmo que se escreve, apesar de estranho...). O objetivo, além, claro, dos $_comerciais_$, é tentar manter o aparelho e o sistema operacional intactos, livre de aplicativos maldosos ou malfeitos, permitindo que só se instale aqueles que foram previamente aprovados pela Apple e por isto mesmo estão disponíveis na Apple Store. Bem, tudo é uma questão de escolha... :-/ Eu ganhei o iPad, e estou gostando muito, mas se fosse opção comprá-lo, com certeza hesitaria.
Bjs a todos.
Andy
quarta-feira, 21 de março de 2012
Wake on Lan
Este recurso é antigo, mas esses dias, conversando com um amigo meu na hora do almoço, me veio a pergunta: como é que funciona isso exatamente? Fui pesquisar!!
Wake on lan (ou WOL) é um recurso existente nas placas de rede (atualmente em quase todas, ou todas...) que permite que o micro seja ligado remotamente. Em outras palavras, o micro está lá desligado, na dele, e você resolve ligá-lo sem precisar ir até o seu local e apertar o botão "power on" do gabinete. Muito útil para administradores de rede e setor de suporte. Imagina ter que fazer uma atualização em diversos micros simultaneamente, e ter que ir até cada um deles para ligá-los? Muito trabalho não?
Bem, para este recurso funcionar ele precisa de alguns outros recursos. Em primeiro lugar a placa de rede e a placa-mãe devem ser compatíveis com Wake On LAN. Nas placas mais antigas era necessário conectar um cabo de três vias (figura abaixo) na placa de rede e na placa mãe. Nas placas de rede onboard e nas mais atuais, isso não é necessário.
Deve também ser habilitada alguma opção semelhante à Wake On Lan ou WOL no setup da placa-mãe. Procure maiores informações no manual da sua placa.
Atualmente todas as fontes de alimentação dos micros são do padrão ATX, e com isto podemos observar uma grande melhora na questão de gerenciamento de energia. Uma delas foi a possibilidade do micro ser ligado via software (leia mais aqui). Ou seja, quando desligamos o computador na verdade ele entra num estado de "hibernação", aguardando um sinal para ser ligado novamente. E um desses sinais é justamente enviado através do recurso Wake On LAN. Para você acordar um micro você precisa de duas coisas: saber o endereço MAC da placa de rede (endereço da placa, composto por 12 caracteres hexadecimais) e ter um programa rodando em um micro na mesma rede local onde se encontra o micro a ser acordado. O que utilizo é WOL ( está disponível em http://www.simply-ware.com/download.htm )
Wake on lan (ou WOL) é um recurso existente nas placas de rede (atualmente em quase todas, ou todas...) que permite que o micro seja ligado remotamente. Em outras palavras, o micro está lá desligado, na dele, e você resolve ligá-lo sem precisar ir até o seu local e apertar o botão "power on" do gabinete. Muito útil para administradores de rede e setor de suporte. Imagina ter que fazer uma atualização em diversos micros simultaneamente, e ter que ir até cada um deles para ligá-los? Muito trabalho não?
Bem, para este recurso funcionar ele precisa de alguns outros recursos. Em primeiro lugar a placa de rede e a placa-mãe devem ser compatíveis com Wake On LAN. Nas placas mais antigas era necessário conectar um cabo de três vias (figura abaixo) na placa de rede e na placa mãe. Nas placas de rede onboard e nas mais atuais, isso não é necessário.
Cabo Wake On LAN
(um dos conectores deve ser ligado à placa-mãe,
o outro na placa de rede, conforme indicado abaixo)
Deve também ser habilitada alguma opção semelhante à Wake On Lan ou WOL no setup da placa-mãe. Procure maiores informações no manual da sua placa.
Atualmente todas as fontes de alimentação dos micros são do padrão ATX, e com isto podemos observar uma grande melhora na questão de gerenciamento de energia. Uma delas foi a possibilidade do micro ser ligado via software (leia mais aqui). Ou seja, quando desligamos o computador na verdade ele entra num estado de "hibernação", aguardando um sinal para ser ligado novamente. E um desses sinais é justamente enviado através do recurso Wake On LAN. Para você acordar um micro você precisa de duas coisas: saber o endereço MAC da placa de rede (endereço da placa, composto por 12 caracteres hexadecimais) e ter um programa rodando em um micro na mesma rede local onde se encontra o micro a ser acordado. O que utilizo é WOL ( está disponível em http://www.simply-ware.com/download.htm )
Nele você deve informar o IP ou nome do host e o MAC do micro. Quando você clicar em OK ele irá mandar este "pacote" para o switch da sua subrede, que por sua vez enviará por broadcast para todos os micros ligados a ele. Quando este pacote chegar até o micro da placa de rede em questão, a placa-mãe irá finalmente receber um sinal, que irá baixar o nível do sinal PS-ON (Power Supply On), ligando desta forma o computador.
Para maiores informações, acesse:
Este recurso portanto utiliza as camadas física e enlace do modelo OSI.
Bjs.
Andy
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